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Não há pérola mais rara E o assunto do dia... ... ainda é Michael Jackson. Por onde passo o assunto é sempre o mesmo, e a trilha sonora também! ai, ai... Escrito por Aninha Santos às 16h24 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Enquanto isso na terra do "Maior São João do Mundo" ... Gente, eu gostaria de não postar esse texto, simplesmente porque em minha módica opinião o fato que o motivou nunca deveria ter acontecido. Aqui, em Brasília, vejo muito mais respeito à arte e à cultura nordestina do que jamais vi na minha linda Campina. Lamentável, mas real. Até, até. Conceito de cultura por Pimentel Filho (Escrito por Tiago e distribuído via e-mail)
Fazemos música própria no intuito de promover uma crítica ao status quo que impera em nossa massificada e descaracterizada cultura popular. E que importa isso ao público? Fomos retirados do palco na metade da quarta música, pois, de acordo com o nosso vereador Pimentel Filho, nós não tocamos música digna da festa que ele e seu grupo promovem na cidade de Galante.
O que é cultura afinal? Se estamos sendo governados pela fezianeidade de espíritos nefastos é pelo motivo de vossa burrice. Encharcais o rabo de álcool, ergueis vossas bandeirolas e colais vossos adesivos em vossos carros em uma tentativa última de superação da vossa demência. Votais, irmãos eleitores, na fecalidade do medo da perseguição política, pois não há mais nada a fazer. Ignorais o próximo, pois o próximo já se faz morto em vossas bocas ideologicamente estúpidas.
Escrito por Aninha Santos às 12h30 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Nossas verdades absolutas Passamos grande parte da nossa vida acreditando em coisas e tentando convencer as outras pessoas que as coisas que acreditamos são a mais pura expressão da verdade. Essas pessoas também têm suas opiniões e também passam toda a vida tentando convencer os outros que a sua visão é a verdade universal. Assim nascem os evangélicos, os budistas, os católicos, os comunistas, os neoliberais, os rubro-negros, os vascaínos, os tricolores, os chocólatras, os advogados, os jornalistas e os céticos. Deveria haver um motivo para escrever isso hoje -- um gancho como diríamos no jornalismo -- mas não há. Simplesmente estou pensando no mundo, nas pessoas, nos conceitos e pensando que na verdade, na verdade não sabemos nada! E o que eu quero com tudo isso?! A Paz Universal! Escrito por Aninha Santos às 17h52 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Sem assunto Hoje não tenho vontade nenhuma de postar poesia, nem de dizer alguma coisa específica, embora meu pensamento gire em torno da morte do Michael Jackson e de toda espetacularização de seu velório; que passe pela situação de retrocesso em Honduras que nos deixa em suspense perguntando qual será o próximo capítulo, e da vontade de viver do vice presidente José Alencar que entra e sai de hospitais com frequencia, passa por um tratamento sério e difícil e mesmo assim sempre volta com um sorriso no rosto, com vontade de trabalhar e ainda oferecendo um "ombro amigo" a quem precisar. Abri o blog hoje sem assunto nenhum para postar. Apenas com uma necessidade de vir aqui e escrever que, apesar da dor, estamos vivos, afinal. Escrito por Aninha Santos às 11h02 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Dia de muito estudo Sábado tumultuado. Gastei a manhã inteira na construção de um ante-projeto de pesquisa. Finalizei tranquila e satisfeita. E só por hoje eu não deixei de atualizar meu blog. Em homenagem as meus leitores queridos, Vinícius de Moraes - O dia da criação... I Hoje é sábado, amanhã é domingo (...) Escrito por Aninha Santos às 13h31 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Recesso forçado. Se não fossem os meus leitores fiéis minha Paraíba Vermelha teria realmente criado teias de aranha. Estive trabalhando um pouco e passando por muitas coisas novas. Algumas tristes, outras normais. Meu coração anda pesado com a dor de pessoas que amo e não consegui absorver por completo as boas notícias que chegam a toda hora. Ando triste e me sentindo culpada pela tristeza. Saudade. Banzo. Melancolia. Depressão. Não sei o nome do que se passa em meu peito, mas preciso dizer que no meio desse turbilhão de emoções me vejo comovida com a vontade de viver de quem já perdeu tantas coisas: a visão, os movimentos, parte do pé... Tantos problemas que o meu avô querido resume numa única frase: ___ Só perco a alegria de viver quando eu morrer, porque aí vou fazer festa no céu! Volto as atividades normais a partir de hoje. Quem quiser conferir o resultado das produções do último intervalo é só acessar: www.esporte.gov.br Até logo. Escrito por Aninha Santos às 22h05 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Pelo menos ELA está trabalhando...
Escrito por Aninha Santos às 14h22 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Protesto em ritmo junino Esse mês até protesto aqui em Brasília tem que ser a caráter... Escrito por Aninha Santos às 15h31 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Marina nasceu! Eu estou longe, mas meu coração está lá, do ladinho dela, batendo junto. É como se pudesse vê-la, com seus olhinhos negros e cabeludinha tal,qual a mãe quando nasceu há pouco mais que duas décadas. Ah vontade de atravessar em segundos essa distância e pegar no colo minha primeira sobrinha, essa menininha que assim como João, vem perpetuar a memória das pessoas mais maravilhosas que já passaram por esse mundo: Dona Zilda e Seu Beto. Salve 23 de junho, dia em que chegou Marina, dia que fez de Ana Márcia uma mulher! Escrito por Aninha Santos às 16h29 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Em Campina é feriado O auge da festa junina... Em Brasília não é feriado, mas tem festa pra caramba! Eu até escrevi sobre isso, preciso pegar no outro computador. Tentarei publicar ainda hoje. Mas o motivo da minha alegria é outro, festa particular: Minha primeira sobrinha está para chegar! Que seja bem vinda e leve sempre com ela a felicidade que trouxe para nós. Até até. Escrito por Aninha Santos às 11h42 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Para o domingo: poesia sertaneja! São João Sertanejo Manoel Messias Belizario Neto Quando eu tive no sertão Escrito por Aninha Santos às 14h34 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Mais lenha para a fogueira (ou mais diplomas para a fogueira) Quero ser Juiz de Direito Sem exigência de diploma Gadelha Neto, jornalista
A decisão do STF, que dispensa o diploma de Jornalismo para o exercício da profissão, me abre um mundo novo: a possibilidade de ser Juiz de Direito e, quem sabe, até alçar voo rumo ao próprio Supremo. Sim, porque a decisão deixou claro que a minha profissão não exige diploma porque não são necessários conhecimentos técnicos ou científicos para o seu exercício. Disse mais: que o direito à expressão fica garantido a todos com tal “martelada”. Tampouco a respeitabilíssima profissão de advogado e o não menos respeitável exercício do cargo de juiz pressupõem qualquer conhecimento técnico ou científico. Portanto me avoco o direito (e, mesmo, a obrigação), já que assim está decidido, de defender a sociedade brasileira diante dos tribunais e na própria condução de julgamentos. Além de ser alfabetizado e, portanto, apto a ler, entender, decorar e interpretar nossos códigos e leis, tenho 52 anos (o que me dá experiência de vida e discernimento sobre o certo e o errado) e estudei – durante o curso de jornalismo (!) – filosofia, direito, psicologia social, antropologia e ética – entre outras disciplinas tão importantes quanto culinária ou moda: redação em jornalismo, estética e comunicação de massa, radiojornalismo, telejornalismo, jornalismo impresso etc. Com essa bagagem e muita disposição, posso me dedicar aos estudos e concorrer às vagas de juiz pelo Brasil afora, em pé de igualdade com os colegas advogados. Também posso pagar e me dedicar aos cursos especializados em concursos públicos para o cargo, se eu julgar necessário. E não é justo que me exijam, em momento algum, qualquer diploma ao candidatar-me ao cargo. Afinal, se a pena de um jornalista não pode causar mal à sociedade (!!?), a de um juiz também não teria este poder de fogo. As leis – e elas são justas em si – existem para serem cumpridas e cabe a um juiz, tão somente – usando da simplicidade do STF – seguir a “receita de bolo” descrita pelos nossos códigos. Assim sendo, um juiz não pode causar mal algum a ninguém, se seguir, estritamente, o que determina a lei. Concordamos? Data venia, meus colegas advogados, por quem nutro o devido respeito (minha mãe, cunhada, irmão e sobrinha – por favor, compreendam), quero ser juiz porque é um direito meu, assegurado pelo STF, e o salário de jornalista não está lá estas coisas. *** Update Texto originalmente publicado em http://amblogmeioambiente.blogspot.com Escrito por Aninha Santos às 12h28 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Gilmar Mendes: MEDO, MUITO MEDO! Acabo de ler mais uma pérola do presidente do supremo na Agência Estado:
“O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, disse hoje, em São Paulo, que a decisão de derrubar a exigência de diploma de jornalista, tomada pela Corte esta semana, deverá criar um ‘modelo de desregulamentação’ das profissões que não exigem aporte científico e treinamento específico. ‘A decisão vai suscitar debate sobre a desregulamentação de outras profissões. O tribunal vai ser coerente e dirá que essas profissões podem ser exercidas sem o diploma.’ Há, segundo o ministro, vários projetos sobre o tema no Congresso, que, se chegarem ao STF, terão a mesma interpretação dada à questão do diploma de jornalismo. ‘A regulamentação, se for o caso, será considerada inconstitucional’, afirmou o presidente do STF. Mendes esclareceu que, a partir de agora, o registro de jornalista no Ministério do Trabalho ‘perdeu o sentido’, assim como todos os outros aspectos que regulamentavam a profissão. ‘O registro não tem nenhuma força jurídica. O ministro também disse ‘não ser viável juridicamente’ a elaboração de uma nova lei pelo Congresso exigindo diploma, como sugeriu o ministro das Comunicações, Hélio Costa”.
Alguém me explica, por favor, como esta criatura chegou a presidente do supremo?! O homem está absolutamente na contramão do clima progressista que tem rondado o Brasil.
Os primeiros fomos os jornalistas. Quem serão os próximos? Escrito por Aninha Santos às 15h38 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Cinema Budapeste poderia ser um álbum de fotografias Sou uma apaixonada pelo cinema nacional. Desde as boas risadas com Narradores de Javé até as dúvidas existencias com Meu nome não é Johnny sempre preferi as produções nacionais. Foi com esse espírito e com a expectativa de ver uma obra do Chico Buarque traduzida para o cinema que fui assistir Budapeste, do Walter Carvalho, em cartaz no Cine Academia 9. Péssima idéia! A maioria dos atores é superficial, não passa verdade. A exceção de uma participação minúscula do Paulo José, os atores brasileiros pareciam temer a câmera, impostavam a voz de forma estranha, aparentavam representação. Horrível! A trilha sonora é ruim, não casa com a maioria das cenas e uns lances de mau gosto fazem o filme parecer um recorte de um desses trashs da década de 80. Isso sem falar nas apelativas cenas de sexo e de nu feminino, sem a menor sensibilidade, sensualidade ou coisa que o valha. Deselegante! A fotografia no entanto é impecável. Belas cenas, contraste de cores, movimento de câmera que deixa a sensação de dualidade e angústia vivido pelo personagem principal. A brincadeira com o Chico Buarque aparecendo para pedir autógrafo ao José Costa tem seu charme e a dúvida sobre a autoria do livro foi uma sacada interessante. Fora isso Budapeste poderia ser um álbum de fotografias. Não perderia nada!
Apenas o fim pode ser um ótimo começo! Pena que essa produção está disponível apenas para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Uma pena mesmo! O filme de Matheus Souza, estudante de cinema da PUC/RJ, é impecável e original. Gostoso de ver, Apenas o fim retrata fielmente uma geração com seus medos, seus desejos, suas particularidades... Filmado com um orçamento de oito mil reais - arrecadado com uma rifa de uísque - utilizando equipamento emprestado da faculdade e tendo um elenco composto por amigos de amigos do diretor, o filme tem como único cenário o campus da PUC Rio mas esbanja criatividade na fotografia e abusa dos ângulos e efeitos de edição sem perder o bom gosto. Diálogos engraçados e tiradas surpreendentes prendem a atenção do espectador e formam um casamento perfeito com a trilha sonora. Filme adorável, bem que poderia ser o começo de uma nova forma de fazer cinema no Brasil. Espontâneo, real e de qualidade! Update: www.apenasofimfilme.com.br E para deixar vocês com água na boca...
Escrito por Aninha Santos às 12h42 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Sem comentários
Escrito por Aninha Santos às 10h21 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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