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Não há pérola mais rara Semanando. Passei a semana semanando. Não me perguntem o que é isso, eu também não sei. O termo veio assim, fluindo quando resolvi atualizar o blog. Foram tantas novidades, tanta correria! Ser mãe de uma criança precoce me deixou numa confusão de sentimentos que está difícil retomar meu eixo. E de novo estou às voltas com a necessidade de decidir sobre como será minha vida nos próximos dias, no próximo mês, no próximo ano, no resto da vida... E para completar o editor de mensagens da UOL Blog está uma m... droga e não consigo escrever tão rápido quanto raciocino. Se insitir va fiarssim e vocêsnõ vaoconeur lerada*. Por isso vou desligar. Beijo, me liga, se quiser me twitta , e olha com o que ando me ocupando lendo as matérias dessa página aqui: Meu novo trabalho! *TRADUÇÃO: Se insistir, vai ficar assim e vocês não conseguirão ler nada. Escrito por Aninha Santos às 14h53 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Correndo, correndo, mas sempre há tempo para TOMAR UMA ATITUDE!
Escrito por Aninha Santos às 14h46 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Tudo já foi dito. Não há nada além do silêncio e do sorriso forçado. Tudo já foi feito. É difícil enxergar na escuridão. É impossível manter os olhos abertos diante de tanta luz. Há um futuro, em algum lugar. Deve haver futuro além dessa chuva. Deve haver calor ameno e raios brandos, E um lugar tranquilo para alguém que só precisa descansar... Escrito por Aninha Santos às 21h02 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] W3 Norte - Sul Um homem na cadeira de rodas reclama de mais um ônibus que passa longe da calçada e ignora seu aceno, pede ajuda a alguém que embarca no veículo parado a alguns metros... longe demais para ouvir. Os passageiros em espera tomam-se de solidariedade, alguém usando muletas faz discurso contra o cadeirante: --- É preciso descer do pedestal, é preciso descer da cadeira, ser humilde, pedir ajuda... parece um pastor evangélico vestindo camiseta do AC/DC. Um ônibus chega. Embarco. O motorista desce, dez minutos de um bip ensurdecedor que me lembra um insistente alarme de carro, todos os passageiros olham para trás, o cobrador sai de seu lugar para ajudar. O barulho continua, as pessoas olham para a engenhoca que funciona sem pressa e para o cadeirante que tenta embarcar. Passageiro no lugar, outros cinco minutos para cobrador e motorista se entenderem e, manualmente, fechar a porta. Me recuso a olhar para trás, me recuso a ver o rosto humilhado do cadeirante, a expressão de impaciência ou complacência nos olhos das pessoas. Fixo o olhar no cartaz do show de blues. O movimento muda a paisagem, ouço os funcionários do ônibus reclamarem do elevador hidráulico, imaginam que exista algo mais moderno e ágil para facilitar-lhes a vida. 503. O cadeirante vai desembarcar. Outros 15 minutos de barulho, constrangimento, curiosidade. Outra vez as cadeiras do motorista e do cobrador ficam vazias. Do lado de fora vejo alguém que espera o passageiro e conduz sua cadeira até o outro lado da rua. Os funcionários do ônibus ainda estão envolvidos em fechar a porta. O cartaz agora é do show de reggae. Tento abstrair o barulho. O motorista volta, pela milésima vez responde que aquela rota não passa na rodoviária. Asa Norte. Os passageiros diminuem. O cobrador senta no banco da frente, conversa com o motorista, informa que alguém descerá na 09. Acham uma chave que estava perdida, dão risada, comem laranja. Na frente do banco onde agora senta o homem que cuida da catraca está uma lixeira cinza, naturalmente ele descasca a laranja, presente do companheiro, e vai, ao longo da W3, jogando as cascas pela janela. Fico me perguntando porque ele não estende a mão para frente e faz a coisa certa, ao invés de se virar inteiro para emporcalhar a cidade. Deve ser pelo mesmo motivo que o engenheiro projetou um elevador hidráulico e barulhento. Meu destino, preciso descer. Quero agradecer a alguém por ter pernas, mas ter olhos, ouvidos, mente, coração tem me deixado cansada demais...
Escrito por Aninha Santos às 13h34 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Doar Não sei porque estou escrevendo isso só agora, embora já tenha dito tantas vezes e a tantas pessoas, hoje quero deixar registrado também nesse espaço virtual: SOU DOADORA DE ORGÃOS! Não tenho muito coisa para deixar quando finalmente for embora deste mundo, quero que todos que me conhecem saibam disso, um dia talvez essa informação seja importante. Beijos; Aninha Escrito por Aninha Santos às 20h15 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Meteorologia Em Brasília não se pode fazer previsão do tempo. Os preços das sombrinhas e guarda-chuvas mudam dependendo do humor de São Pedro. Ontem pela manhã custavam cinco reais, pela tarde não se comprava por menos que dez. O fenômeno se inverteu hoje e quem não comprou proteção para a chuva grossa logo cedo acabou gastando mais no fim do dia. Instabilidade total lá fora e aqui dentro também. Indispensável dizer que a mudança faz parte de mim e até gosto dessa tempo que hora é chuva, hora é sol, hora é branco, hora é cinza. Quando mergulho n'A Caverna não sei do clima, mas sinto mudanças, tudo em transformação, todo o tempo! A matéria que me consumiu nos últimos dois dias, por exemplo, foi literalmente descartada, mas houve tanta produção que ela não fez falta. É isso que me faz amar o Jornalismo! Me encanto com tantas possibilidades, tantos desafios que precisam ser superados, com a necessidade de ser tradicional inovando, de renovar o que havia sem perder credibilidade. Ando me encontrando até mesmo nas atividades de assessoria. Nesses turnos de imprecisão mergulhei fundo no computador, ele foi meu guarda-chuva sólido para as tempestades que costumo criar em mim mesma. As nuvens foram se formando e por alguns dias eu fui apenas céu escuro, depois raios e trovoadas e ontem, graças a uma presença muito querida, me dispersei numa garoa serrana. Nada melhor do que encontrar quem a gente ama -- amor de verdade, de amigo-irmão -- e conversar sobre o que importa na vida, rir de si mesmo, das voltas que a vida nos dá e, principalmente, olhar para o futuro, ver horizontes, esquecer do umbigo... Hoje acordei cinza-claro, alguns raiozinhos ameaçaram escapar, brincaram por alguns segundos e por instantes pensei ver um arco-íris, mas as nuvens escuras voltaram e continuam ameaçando chover. Às vezes elas são saudade, às vezes egoísmo, às vezes tristeza mesmo e eu fico aqui, desejando chover, chover muito, pingos grossos, sonoros, ferozes, contínuos, serenos... e depois de toda água derramada olhar para um sol-sorriso que brota de dentro e ilumina tudo, faz esquecer o medo dos raios, faz esquecer o rigor do trovão, faz esquecer o calor sufocante e torna muito mais divertido pular nas poças que restaram na rua.
Escrito por Aninha Santos às 00h00 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Prêmio Herzog de Jornalismo - Categoria Internet DITADURA MILITAR Uma missa para o torturador Os presentes à missa do "herói nacional", a maioria homens, vestiam terno e tinham cabelos brancos. Alguns mais novos, de terno e gravata, usavam broches com a bandeira do Brasil. As poucas mulheres, de cabelos tingidos de loiro ou ruivo, maquiagem pesada, salto alto, meia calça, terninho. Durante a cerimônia, que teve início às 19 horas e durou 28 minutos e 45 segundos, o religioso disse frases como: "nós amamos Fleury", "Deus ama Fleury" e "Estamos reunidos para lembrar o ideal do jovem Fleury, lembrar que ele tinha um ideal". Na hora do Pai Nosso, Frei Yves pediu aos presentes que orassem "em nome de Jesus e Fleury". O delegado Sérgio Fernando Paranhos Fleury morreu em 1º de maio de 1979, na Ilhabela, litoral norte paulista, de forma misteriosa. Pouco depois de comprar um iate, supostamente caiu no mar e se afogou ao saltar de uma embarcação para a sua. As autoridades policiais da época mandaram que seu corpo fosse enterrado sem ser submetido a necropsia. Fleury estava à frente do Dops (Departamento de Ordem Política e Social), um dos mais temidos órgãos da repressão, e era o responsável por assassinatos e torturas que ocorriam no local.
Escrito por Aninha Santos às 11h58 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Vida social Viver em sociedade definitivamente não é nada fácil, talvez por isso as pessoas prefiram se omitir de certas discussões e deixar que simplesmente decidam as coisas por elas. É difícil, numa reunião de condomínio por exemplo, fazer com que todos participem. Mais difícil ainda é fazer com que os que participam concordem com relação às decisões que rpecisam ser tomadas e principalmente sobre como encaminhá-las. Já para escolher o síndico é fácil, rápido, ninguém quer assumir a linha de frente e a responsabilidade pela gestão e administração do que foi decidido, então todos votam no único voluntário. Um simples comemoração pode se tornar um verdadeiro problema quando envolve muita gente para debater o que e como deve ser feito. Natural, as pessoas não são iguais, não pensam da mesma forma. O duro mesmo é compreender que elas não estão dispostas a ouvir os argumentos, não estão prontas para ser convencidas. Alguém pode me dizer que isso é democracia, eu tenho cá minhas dúvidas. Exercitar meus direitos de escolha está cada dia mais difícil nesse mundo onde a criatividade, a vontade de fazer mais, melhor, participar parece coisa de outro planeta. Também, não sei onde fui aprender essa bendita mania de contestar! Paciência... Beijitos e até, até. Escrito por Aninha Santos às 11h28 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Não, hoje não é segunda. Eu até sei que hoje é terça-feira, e que no último post escrevi "até segunda" e ontem eu num vim aqui... Na verdade esqueci que ontem era feriado para o funcionalismo público, como sou a única funcionária do meu blog, que é público, me dei folga. Nesta terça-feira continuo lutando contra as nuvens pesadíssimas que estão sobre Brasília. Raios e trovões, mau humor, caos no trânsito, pirraça, crise financeira. E para completar amanhã é quarta-feira, dia de trabalho intenso. Talvez seja essa a salvação. Trabalhar sempre ajuda a pensar com calma, diminui a sensação de inutilidade, valoriza o ser humano. Outra coisa que ajuda é a arte. Vou me envolver com Os Saltimbancos. Depois conto o resultado. Por enquanto vou ficando por aqui, deixando um "salve" para o nosso presidente Lula em seu aniversário e desejando ter forças para suportar mais um dia, e mais um, e mais um...
Escrito por Aninha Santos às 21h38 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Sem pauta... Comecei esse blog porque, de certo modo, sentia falta dos meus diários. Mesmo achando que tinha perdido a necessidade da "terapia escrita" sentia necessidade de um espaço para falar sobre pensamentos, idéias, opiniões e também para divulgar meus poemas, textos dos amigos, reportagens não publicadas, enfim, um espaço para democratizar a comunicação. Ao final desses anos blogando percebi que o Paraíba Vermelha se tornou meio que meu diário na Internet. Não estou satisfeita com isso, sinto vontade de falar sobre mim, claro, mas me incomoda um pouco o caráter cada vez mais público desse espaço. Outro dia tinha um recado de um pessoal de uma banda sobre quem falei num post. Achei ótimo porque fiz uma nova amizade, mas por outro lado não cativei um leitor e ainda por cima me expus um bocado! Já tentei algumas vezes mudar a linha editorial, infelizmente não consigo. Tenho uma incrível tendência umbigocêntrica Não preciso me estender mais não é? De qualquer modo seguirei pensando em como o meu sublime torrão virtual vai se portar daqui para a frente e sobre a necessidade dele continuar existindo. Preciso do exercício de escrever porque me ajuda a clarear as idéias, entender o que estou pensando... mas acho que falar sobre mim não vai contribuir muito com meus ideais de espaço de debates, a menos que a fama instantânea me tome de assalto, o que não deve acontecer porque eu não me inscrevi em nenhum Reality Show, meu primeiro livro estancou na primeira página, eu não sei cantar, nem dançar, nem representar, meus colaboradores sumiram e continuo, gradativamente, me afastando da política. Sendo assim, senhoras e senhores leitor@s, vocês continuarão a ser meu público cativo e fiel. E acho que vocês merecem mais do que virar a versão virtual do meu terapeuta. Mas vamos andando que é assim que manda a vida. Beijo enorme e até segunda! Ah, ia esquecendo, me liga, me suplica, me twitaaaaaaa! Escrito por Aninha Santos às 17h53 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Palavra de honra Na minha terra, em tempos não tão distantes, a palavra de um homem valia mais do que qualquer dinheiro do mundo. Meu pai foi educado assim, e felizmente me transferiu esses valores. A honestidade também era marca registrada de seo Beto, assim como a amabilidade, a gentileza, a solidariedade e a paciência. Imagino o quanto foi difícil para ele viver nesse mundo cheio de mentira e maldade... É assim, com uma saudade gigantesca do meu pai que começo a postagem de hoje. Talvez ele não pudesse me orientar já que eu ia preferir que ele ignorasse as coisas que não pode mudar, mas eu teria um colo seguro e confiável para me aninhar no fim do dia, quando as mentiras se tornassem insuportaveis e o outro dia inevitável. Nesse outro dia inevitável ergo a cabeça e continuo a acreditar no mundo. Acredito nas pessoas, na parte boa que cada um tem dentro e si e na construção de um mundo melhor para as futuras gerações. Acredito de verdade! E espero que cada um de vocês, acredite também. Acredite e ensine aos seus filhos e netos que melhor do que se dar bem a qualquer custo é ter a consciência tranquila, é fazer o possível, sorrir para um desconhecido, pensar em pessoas que você mal conhece e desejar que elas fiquem bem e acima de tudo assumir seus erros quando isso se fizer necessário, custe o que custar. Uma vez uma amiga me perguntou se eu nunca choro. Hoje, depois dessa postagem finalmente consegui chorar. Vou me dedicar a esse exercício de lavar a alma. Por hoje é isso. Beijo, me liga, me twitta! Eu vou continuar bem. Escrito por Aninha Santos às 10h55 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] O que não sabemos e o que descobriremos Hoje a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio terá audiência pública. O tema a ser discutido é o impacto da inclusão da atividade advocatícia no Simples Nacional -- também conhecido como "Supersimples" -- proposta no Projeto de Lei Complementar Nº 104/2007 de autoria da deputada Nilmar Ruiz (DEM/TO). Estarão presentes à audiência representantes da OAB nacional, da OAB-DF e da OAB Seccional Tocantins. O requerimento para a audiência foi do deputado Guilherme Campos (DEM/SP). A partir das 14:30, o plenário 11 no Anexo II receberá mais um debate relevante do qual muita gente não terá conhecimento. Apesar de ser um importante fórum de debates e decisões as comissões e o trabalho que elas desenvolvem ficam ofuscadas pelos acontecimentos do Plenário. Eu mesma não sabia que algumas decisões não chegam a ser votadas por todos os deputados, são decididas no âmbito das Comissões. Já diria o ditado: vivendo e aprendendo. Vou aproveitar a tarde de hoje para tentar aprender um pouco mais sobre coisas que definitivamente teimam em entrar na minha cabeça e depois penar para compartilhar com o mundo a migalha de conhecimento que adquiri com a força do meu trabalho. Por agora é isso. Volto a qualquer momento com novas (ou velhas). Beijins
Escrito por Aninha Santos às 12h57 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Sobre tudo e sobre nada ao mesmo tempo. Puxa, quantos dias sem postar! Preciso refazer meu exercício de disciplina: postagens a cada dois dias tá bom? Preciso do desconto de estar assumindo um novo trabalho que vai exigir muito estudo e dedicação, aliás, um não, dois. Então vamos combinar, escreverei aqui no máximo a cada dois dias. Beleza? Acordos firmados vamos ao que interessa. O post de hoje será dedicado a comentar fatos. Em primeiro lugar vamos ao mico do ano da imprensa nacional: a cobertura do menino no balão. Durante horas a imprensa mundial ficou filmando um balão vazio e comovendo toda a população com o perigo a que estava exposto um pobre menininho de seis anos. Detalhe: o menininho de seis anos estava escondido em casa, sabendo da travessura que fez. Penso que esse caso expõe a fragilidade dessa máquina de furos que se tornou a imprensa, sobretudo na Internet. Lição de hoje: apurar antes de divulgar. Segundo vamos ao mico do mês. Como já havia citado no início do post mudei de emprego. No meu primeiro dia cobrindo sessão das comissões na Câmara dos Deputados sabe o que aconteceu? ... (imaginem a musiquinha do tãnãnãnã) ... então, eu cai. Cai mesmo, do verbo desabar no chão. Não me lembro direito de como nem porque, só escutei um deputado me perguntando se tava tudo bem e falando algo sobre aqueles degraus... Morri de vergonha Depois teve o aniversário de Campina Grande, minha cidade querida. Nem disse parabéns no blog e eu tinha planejado fazer um slide com o hino (que acho lindo) e as minhas lembranças mais bonitas da Rainha da Borborema para postar aqui. Tem nada não, fica para o ano que vem. Inclusive, 2010 é o ano do cinquentenário de Brasília. A capital inteira respira isso, tem relógio contando os dias e tudo. E por falar em relógio: hoje começa o horário de verão. Os nordestinos estão livres...ô inveja de voltar a assistir a novela das 8 (que na verdade passa as nove). E a Folha de São Paulo de ontem tava bem interessante. Até separei uns temas que queria comentar aqui no blog. Não vou me aprofundar em nada, buuuut vou pelo menos citar para não ficar com a sensação de que passei batido nessa também. Tem no caderno Cotidiano um anúncio pago da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil anunciando o ministro Orlando Silva (Esporte) como personalidade de visão global ADBV SP 2009. O comentário não é para o anúncio, mas para o trabalho do Ministério. Vocês já pensaram em quanto o ministro Orlando, o secretário Wadson e toda a equipe trabalharam para viabilizar a conquista desse novo cenário esportivo para o país. Gente, tem Jogos Mundiais Militares em 2011, Copa das Confederações em 2013, Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016. Toda uma geração desse país vai crescer sob a influência positiva desses eventos! Vocês já pensaram nisso? No Cotidiano 2 tem uma matéria interessante sobre a estratégia de fast food para atrair as crianças. Eu sei que esse é um problema comum às mães e pais desse país. Os futuros papais Ramon Fonseca e André Cintra (parabéns meninos!) que se preparem. É incrível como a gente fica refém desses brinquedinhos inúteis. É muito difícil resistir a carinha das nossas crias pedindo por favor o lanche do Mc Donalds e na hora que chega o lanche eles ignoram o prato e pegam o bonequinho que não serve para nada. A matéria da Folha informa, baseada em pesquisa do Idec, que todos os lanches das maiores redes de fast food do Brasil ( Mc Donalds, Bobs, Burger King, Habbib's e Giraffa's) contém quantidade de sódio maior do que o limite diário recomendado para crianças de sete a dez anos. Ainda esse mês a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara discutiu a questão da publicidade infantil... tema difícil, polêmico. Será que só a publicidade tem culpa nesses casos. E onde fica o nosso papel de pais, nossa responsabilidade em impor limites? Confesso que estou pensando seriamente nisso... Além dessas, tem uma coisa que queria perguntar. Alguém sabe como o Eike Batista (aquele da Luma de Oliveira) saiu das colunas sociais para ocupar quase diariamente páginas e páginas de política, dinheiro, etc. etc. etc? Nas últimas três edições da Folha ele estava em todas... Fora isso é aquele blá blá blá de quem está fazendo campanha política com dinheiro público e o chove não molha da situação de Honduras. E já que esse post está gigante vou ficando por aqui, aproveitando para parabenizar a Julia Tavares e a equipe da Rede Minas pelo prêmio de reportagem na categoria TV sobre meteorologia do INMET. Vi o programa e posso certificar que eles merecem! Por hoje é isso. Beijo enorme, me liga, me twitta.
Escrito por Aninha Santos às 12h29 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Menstruação O Ministério da Bobeira informa: Esse post contém MUITA besteira, se você quer ler alguma coisa que preste acesse outro blog (aqui do lado tem boas sugestões) ou volte amanhã.
Esses dias quase matei marido do coração, quando finalmente tive coragem de revelar minhas teses sobre a evolução da espécie humana e os meus objetivos de bate-papo com Deus quando finalmente tiver a chance de conversar com Ele. A revelação foi motivada pela tese de uma amiga que me falou, no dia do lançamento do Blog do Leandro (tem link) que descobriu que Deus era homem quando pensou que menstruação devia ser igual xixi e se perguntou porque o Pai não tinha pensado nisso: _Ops, Vou mestruar! -- Vai ao banheiro, senta na privada, xiiiiiiiiiiiiiiii, seca direitinho, veste a roupa -- Pronto, menstruei! Eu não sei se o Todo Poderoso é homem ou mulher -- e gente, por favor não tomem como desrespeito, eu creio em Deus e sou cristã convicta -- mas a questão é que a natureza é meio injusta. Quando eu morrer (espero que daqui há uns 60, 70 anos quando eu já terei acúmulo suficiente para interpelar o Senhor de todas as coisas) quero conversar com Deus e propor algumas mudanças na evolução humana. Tipo, se é a mulher que vai parir então é o homem que vai ter resguardo do parto. Como somos fisicamente mais vulneráveis aos efeitos hormonais então os homens passariam a menstruar, e ficaria com eles a responsabilidade de controlar o período fértil. Pensem bem, seria tão mais fácil usar saquinhos ao invés de abrsorventes... Gente, vocês já pensaram na Anita Garibaldi, na Olga Benário, na Elza Monerat em tudo que elas passaram e ainda tendo que aguentar os efeitos pré e pós menstruação?! Pôxa vida! Claro que elas vão ajudar na interpelação divina, mas sei que a oposição não vai ser moleza já que o Filho número 1 vai dizer que passou por coisa muito pior e que pregar mundo afora e enfrentar as agruras da crucificação teria sido muito mais difícil se ele tivesse com TPM. Pensei em apelar para a virgem, mas ela é mãe, e mãe sempre fica a favor dos filhos. Com o raciocínio lógico tipicamente masculino, depois de ouvir toda a argumentação sobre a minha teoria da evolução, marido perguntou se eu não poderia falar com Deus agora, já que vivo conversando com ele e meio que busco construir uma intimidade. _ Peraí né amor, eu vou propor uma revolução na coisa que é apontada como a melhor criação do cara e você ainda quer que seja assim, via telefone? Não dá... esse é um assunto que a gente tem que tratar com calma, téte-a-téte, com toda a eternidade pela frente... sacou?!
Escrito por Aninha Santos às 09h36 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Viciada na Internet Tanto assunto para postar que nem sei por onde começar. Bien, vamos começar pelo começo: Twitter! Fiz uma constatação, que foi confirmada pelos colegas de trabalho. As pessoas que usam o Twitter estão esquecendo de postar suas matérias e novidades em outros espaços. Blogs abandonados, e-mails esquecidos, jornais descartados... todo mundo só twittando. Eu mesma fico o dia inteiro plugada no microblog e na hora de atualizar o Paraíba Vermelha tenho a impressão que estou sem assunto, que falei demais, que as notícias não são mais notícias, são história. Só quando converso, ao vivo, com outras pessoas fora da redação é que percebo que quem está por fora sou eu. Sei de um monte de coisa nova, mas não tenho condições de dar detalhes de nada. Será que estamos mesmo rumando para o grunhido, como diria o mestre Saramago? Claro que eu sempre fui fascinada por novidades tecnológicas, agora mesmo estou pirando com o Facebook e louca para ter um tempinho de brincar em um joguinho chamado Fazenda que, pelo que eu soube, está bombando! (Isto eu não vi no Twitter, li num artigo na Folha de São Paulo). Também retornei ao Ning, na rede da UEPB, e acabei criando um blog para mim dentro da rede. Por lá pretendo postar minhas lembranças dos tempos de estudante, e posteriormente funcionária da Universidade. Será meu querido diário da UEPB. De repente, através da rede consigo reunir os ex-alunos da instituição e vai daí que a gente consegue fazer alguma coisa juntos e ajudar nessa onda progressista que tomou conta daqueles campi. Ah, e tem também o Orkut, Youtube, o My Space... já achei tanta música boa no My Space, gente boa fazendo música de qualidade... Enfim, tecnologia é o que há. Mas não abandonei os jornais impressos, ainda amo um artigo bem escrito e a dificuldade de dobrar a página lendo a caminho do trabalho. Ontem por exemplo, vi uma matéria ótima sobre o plano do Ministério da Justiça para regulamentar questões como responsabilidade civil, privacidade, neutralidade, privacidade e liberdade de expressão na Internet. Até o final do mês o MJ vai lançar um blog para recolher a opinião dos internautas sobre o assunto. E para não dizer que estou viciada em Internet também vi no jornal dicas de bandas do interior paulista que fugiram do sertanejo para fazer rock. Os nomes das bandas já me deixou curiosa -- Armazém Fantástico de Odilon, Mazzaropi Contra o Crime , Multilados e Milhouse -- por isso vou já para o My Space tentar ouvir o som dos caras. Antes de ir, deixa ainda sugerir uma leitura bacana: Gracias, Mercedes, que nos ha dado tanto. Texto do meu amigo e camarada Paulo Vinicius, publicado no seu blog COLETIVIZANDO, que a partir de hoje passa a fazer parte dos links aqui do lado. Por hoje é isso. Se eu demorar a aparecer aqui não se preocupem. Me liguem, me supliquem, me twittem!
Escrito por Aninha Santos às 12h24 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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